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Bem vindo ao site do Festival do Rio 2008
Datas importantes |
| Encerramento inscrição internacional |
15 de junho de 2008 |
| Concurso de Projetos - RioMarket |
até 4 de julho de 2008 |
| Inscrição Premiere Brasil |
1 de junho a 25 de julho de 2008 |
| Cerimônia de Abertura |
25 de setembro de 2008 |
| Cerimônia de Encerramento |
08 de outubro de 2008 |
| Cerimônia de Premiação |
09 de outubro de 2008 |
Festival do Rio Off |
| Presença Brasileira em Cannes |
14 a 25 de maio de 2008 |
| Premiere Brazil New York |
17 a 28 de julho de 2008 |
| Premiere Brazil Washington D. C. |
12 a 16 de novembro de 2008 |
Festival do Rio – 10ª edição
25 de setembro – 09 de outubro
www.festivaldorio.com.br
A 10ª edição do Festival do Rio será de 25 de setembro a 09 de outubro de 2008.
O Festival do Rio começou em 1999 como resultado da fusão dos dois maiores festivais brasileiros – o Rio Cine (fundado em 1984) e a Mostra Rio (fundada em 1988) – e atualmente é o maior festival do Brasil e da América Latina. Todos os anos, recebe atenção massiva da mídia brasileira e sul-americana.
Cerca de 250.000 ingressos foram vendidos em 2007 para o público carioca e visitantes internacionais. 380 filmes de 6 países foram projetados em 30 salas espalhadas pela cidade, incluindo a Praia de Copacabana, onde funciona a sede do Festival.
Em 2007 o Festival do Rio abrigou cerca de 100 estréias latino-americanas e 18 estréias mundiais, incluindo a do filme Tropa de Elite, que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2008 e a de Amor nos tempos do cólera, de Mike Newell, no encerramento do Festival. A China foi o país homenageado no Foco que, em 2008, será dedicado ao Reino Unido.
Premiere Brasil: O melhor da safra brasileira
Premiere Brasil, que acontece nos históricos cinemas Odeon BR e Palácio, ambos na Cinelândia, é a vitrine do cinema brasileiro contemporâneo. Em 2007, Premiere Brasil exibiu 61 novas produções nacionais, sendo 35 longas e 26 curtas.
Os filmes da Premiere Brasil são divididos em 3 programas competitivos: longas de ficção, longas documentários e curtas. É a única seção competitiva do Festival, que concorre a XX categorias pelo Troféu Redentor outorgado por um júri internacional composto por 7 personalidades da área audiovisual e entregues na noite de encerramento. Além disso, também é dado um prêmio de público para o melhor Longa de ficção, melhor documentário e melhor curta-metragem.
Em 2007, o público votou em Estômago, de Marcos Jorge, como melhor filme e Memória para uso diário, de Beth Formaggini, como melhor documentário. O júri oficial premiou o filme de Sandra Kogut, Mutum, e o documentário de Roberto Mader, Condor.
Foco na industria
Embora a maior parte do festival seja direcionada para o publico brasileiro residente, o Festival do Rio também tem um setor industrial muito forte, o Rio Market, com seminários, Master Class, reuniões individuais agendadas, e eventos de contato cobrindo as áreas de filmes, home entertainment e televisão.
O festival é utilizado por distribuidores, incluindo os grandes estúdios, para lançar filmes no mercado brasileiro e também é utilizado de forma bem sucedida por empresas internacionais de vendas para colocar filmes ainda não vendidos para o Brasil a disposição de compradores brasileiros. A maioria dos executivos das industrias de filme e televisão brasileiras participam do festival, assim como compradores de toda a América Latina. O festival é de certa forma a melhor vitrine na América do sul para produções independentes.
Entre os 140 convidados da industria, palestrantes e colaboradores em 2007 estavam presentes: Harvey Weinstein, Syd Field, Bille August, Fernando Solanas, Stephen Hopkins, Diego Luna, Michael Karagosian (fundador da MKPE e consultor sênior de tecnologia digital de cinema e políticas para a National Association of Theatre Owners), Scott Ross (fundador e ex-CEO do Digital Domain, Ellen Pittleman (VP Sênior Internacional de co-produção e aquisições, Paramount), Fernando Lagier (Diretor, Miravista – Disney América Latina), Genna Terranova (VP aquisições, Weinstein Co), Tony Safford (VP da 20th Century Fox), Redo Farah (VP, Warner Bros), Jorge Peregrino (VP sênior de Distribuição para a América Latina e o Caribe, Paramount), Steven O’Dell (VP de Distribuição, Sony Pictures América Latina), Mauricio Duran (Diretor de Marketing, Universal Pictures), Steve Solot (Sênior VP América Latina, MPA), Ann Rose (Supervisora de Produção de Programação original, Sundance Channel), Ben Cotner (Diretor de aquisições e co-produção, Paramount Vantage), Robert Fyvolent (Chefe de Business, Newmarket Films), François da Silva (Supervisor artístico, Europacorp), Didar Dohmeri (Chefe de vendas internacionais, Film Distribution), Alexandra Rossi (VP de aquisições Européias e da América Latina / produção, New Line Cinema), e muitos outros.
O mercado brasileiro do audiovisual
Anualmente o Brasil vende mais de 93 milhões de ingressos de cinema, 90% para produções internacionais. Cerca de 350 filmes são lançados anualmente no país, sendo cerca de 75 produções nacionais. Dos filmes lançados em 2006, 145 eram dos principais est;udios de Hollywood enquanto que 119 eram produções independentes. Dentre essas, 57% da América do Norte e 34% da Europa.
O filme de maior bilheteria no Brasil em 2007, Spider-Man 3, fez cerca de 6 milhões de espectadores, enquanto que a produção nacional de maior sucesso – Tropa de Elite – fez cerca de 2 milhões de espectadores. Hoje existem cerca de 2.000 telas no Brasil, um incremento de mais de 500 em relação ao ano 2000.
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